terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Lei de Justiça, Amor e Caridade
Sérgio Biagi Gregório
1) O que se entende por justiça?
A justiça é um princípio moral que exige o respeito ao direito de si próprio e ao dos outros, segundo a equidade. Por direito, entende-se aquilo que é conforme uma regra precisa ou àquilo que é permitido. Por equidade, entende-se o tratar todos com igualdade, ou seja, da mesma maneira seres que, além de suas diferenças acidentais, podem ser considerados como essencialmente parecidos. Pode-se falar, também, de um sentimento de verdade, de equidade, de humanidade, colocado acima das paixões humanas.
2) Qual o conceito de amor?
Sentimento interior que nos remete a um objeto, considerado bom. Em se tratando de pessoa, é uma força tendente a aproximar e a unir, numa relação particular, dois ou mais seres. Exemplo: "amor ao próximo"; "amor fraternal".
3) Qual o conceito de caridade?
Da mesma raiz de amor (caritas), é uma virtude cristã fundamental que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem e procura identificar-se com o amor de Deus. A máxima empregada é: "Ama o próximo como ti mesmo". Paulo foi quem mais insistiu na superioridade da caridade em relação às outras virtudes cristãs, quais sejam a fé e a esperança. Assim se expressava: "Agora, essas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, entre elas, a mais excelente é a caridade". (Paulo, 1.ª Epístolas aos Coríntios, 13, 1 a 7 e 13). Para ele, "A caridade é paciente; é doce e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária e precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não procura os seus próprios interesses; não se melindra e não se irrita com nada; não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre". (Kardec, 1984, p. 201)
4) Por que a Lei de Justiça, Amor e Caridade é a mais importante das Leis Naturais?
De acordo com O Livro dos Espíritos, há dez Leis Naturais: 1) Lei de Adoração; 2) Lei do Trabalho; 3) Lei de Reprodução; 4) Lei de Conservação; 5) Lei de Destruição; 6) Lei de Sociedade; 7) Lei do Progresso; 8) Lei de Igualdade; 9) Lei de Liberdade; 10) Lei de Justiça, Amor e Caridade. Essa divisão da Lei Natural em dez partes, da mesma forma como fez Moisés com os Dez Mandamentos, abrange todas as circunstâncias da vida. A Lei de Justiça, Amor e Caridade é a mais importante, porque ela resume todas as outras.
5) Que relação existe entre justiça, amor e caridade?
A justiça procura simplesmente ajustar-se à lei. A lei, contudo, é fria, diz respeito a uma norma. Observe, porém, o provérbio inglês: "Law on the table, justice under the table" ("Lei sobre a mesa, justiça sob a mesa"). A obediência cega a uma lei pode acarretar uma injustiça para com os seres humanos. Nesse caso, o amor e a caridade entram como um complemento da Lei de Justiça. Na pergunta 886 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec diz: "O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: ‘Amai-vos uns aos outros, como irmãos’".
6) Como distinguir a justiça humana da justiça divina?
A justiça humana está sujeita às limitações do ser humano. Serve para uma sociedade durante um determinado período de tempo, conforme o grau de desenvolvimento moral e espiritual alcançado pelas pessoas que ali vivem. A justiça divina é a justiça estabelecida por Deus, é um modelo a ser seguido. A função dos seres humanos é aproximar-se cada vez mais dessa justiça maior, a justiça das justiças.
7) Qual o critério da verdadeira justiça?
"O critério da verdadeira justiça é de fato o de se querer para os outros aquilo que se quer para si mesmo, e não de querer para si o que se deseja para os outros. Como não é natural que se queira o próprio mal, se tomarmos o desejo pessoal por norma ou ponto de partida, podemos estar certos de jamais desejar para o próximo senão o bem. Desde todos os tempos e em todas as crenças o homem procurou sempre fazer prevalecer o seu direito pessoal. O sublime da religião cristã foi tomar o direito pessoal por base do direito do próximo". (Kardec, 1995, perguntas 873 a 876)
8) O que é a caridade, segundo Jesus?
"A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes, porque temos necessidade da indulgência, e nos proíbe humilhar o infortúnio, ao contrário do comumente se pratica... O homem verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distancia entre ambos". (Kardec, 1995, pergunta 885)
9) Deve o homem sofrer ou fugir à injustiça?
Lembremo-nos do diálogo entre Sócrates e sua esposa. Ao visitá-lo na prisão, ela diz que aquela acusação era injusta e que ele deveria fugir de lá. Como filósofo que era, retrucou: e você gostaria que a acusação fosse justa?
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Enciclopédias
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed. São Paulo: IDE, 1984.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed. São Paulo: Feesp, 1995.
São Paulo, 20 de agosto de 2008

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012





(Joanna de Ângelis)


O resultado natural do amor entre pessoas de se­xos diferentes é o casamento, quando se tem por meta a comunhão física, o desenvolvimento da emoção psí­quica, o relacionamento gerador da família e o compa­nheirismo.
O matrimônio representa um estágio de alto de­senvolvimento do Self, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade e nos compromissos da camaradagem em qualquer es­tágio da união que os vincula, reciprocamente, um ao outro ser.
Conquista da monogamia, através de grandes lu­tas, o instinto vem sendo superado pela inteligência e pela razão, demonstrando que o sexo tem finalidades específicas, não devendo a sua função ser malbaratada nos jogos do prazer incessante, e significa uma auto-realização da sociedade, que melhor compreende os direitos da pessoa feminina, que deixa de ser um obje­to para tornar-se nobre e independente quanto é. O mesmo ocorre em relação ao esposo, cabendo à mulher o devido cumprimento dos deveres de o respeitar, man­tendo-se digna em qualquer circunstância e época após o consórcio.
Mais do que um ato social ou religioso, conforme estabelecem algumas Doutrinas ancestrais, vinculadas a dogmas e a ortodoxias, o casamento consolida os vín­culos do amor natural e responsável, que se volta para a construção da família, essa admirável célula básica da humanidade.
O lar é, ainda, o santuário do amor, no qual, as cri­aturas se harmonizam e se completam, dinamizando os compromissos que se desdobram em realizações que dignificam a sociedade.
Por isso, quando o egoísmo derruba os vínculos do matrimônio por necessidades sexuais de variação, ou porque houve um processo de saturação no relacio­namento, havendo filhos, gera-se um grave problema para o grupo social, não menor do que em relação a si mesmo, assim como àquele que fica rejeitado.
Certamente, nem todos os dias da convivência ma­trimonial serão festivos, mas isso ocorre em todos os campos do comportamento. Aquilo que hoje tem um grande sentido e desperta prazer, amanhã, provavel­mente, se torna maçante, desagradável. Nesse momento, a amizade assume o seu lugar, amenizando o con­flito e proporcionando o companheirismo agradável e benéfico, que refaz a comunhão, sustentando a afeição.
Em verdade, o que mantém o matrimônio não é o prazer sexual, sempre fugidio, mesmo quando inspira­do pelo amor, mas a amizade, que responde pelo inter­câmbio emocional através do diálogo, do interesse nas realizações do outro, na convivência compensadora, na alegria de sentir-se útil e estimado.
Há muitos fatores que contribuem para o descon­certo conjugal na atualidade, como os houve no passa­do. Primeiro, os de natureza íntima: insegurança, bus­ca de realização pelo método da fuga, insatisfação em relação a si mesmo, transferência de objetivos, que nun­ca se completarão em uma união que não foi amadure­cida pelo amor real. Segundo, por outros de ordem psico-social, econômica, educacional, nos quais estão embutidos os culturais, de religião, de raça, de nacionalidade, que sempre comparecem como motivo de de­sajuste, passados os momentos de euforia e de prazer. Ainda se podem relacionar aqueles que são conse­qüências de interesses subalternos, nos quais o senti­mento do amor esteve ausente. Nesses casos, já se iniciou o compromisso com programa de extinção, o que logo sucede. Há, ainda, mais alguns que são derivados do interesse de obter sexo gratuitamente, quando seja solicitado, o que derrapa em verdadeira amoralidade de comportamento.
O matrimônio, fomentando o companheirismo, permite a plenificação do par, que passa a compreen­der a grandeza das emoções profundas e realizadoras, administrando as dificuldades que surgem, prosseguin­do com segurança e otimismo.
Nos relacionamentos conjugais profundos também podem surgir dificuldades de entendimento, que de­vem ser solucionadas mediante a ajuda especializada de conselheiro de casais, de psicólogos, da religião que se professa, e, principalmente, por intermédio da ora­ção que dulcifica a alma e faculta melhor entendimen­to dos objetivos existenciais. Desse modo, a tolerância toma o lugar da irritação, a compreensão satisfaz os es­tados de desconforto, favorecendo com soluções hábeis para que sejam superadas essas ocorrências.
É claro que o casamento não impõe um compro­misso irreversível, o que seria terrivelmente perturba-dor e imoral, em razão de todos os desafios que apre­senta, os quais deixam muitas seqüelas, quando não necessariamente diluídos pela compreensão e pela afe­tividade.
A separação legal ocorre quando já houve a de na­tureza emocional, e as pessoas são estranhas uma à outra.
Ademais, a precipitação faz com que as criaturas se consorciem não com a individualidade, o ser real, mas sim, com a personalidade, a aparência, com os ma­neirismos, com as projeções que desaparecem na con­vivência, desvelando cada qual conforme é, e não como se apresentava no período da conquista.
Essa desidentificação, também conhecida como o cair da máscara, causa, não poucas vezes, grandes cho­ques, produzindo impactos emocionais devastadores.
O ser amadurecido psicologicamente procura a emoção do matrimônio, sobretudo para preservar-se, para plenificar-se, para sentir-se membro integrante do grupo social, com o qual contribui em favor do pro­gresso. A sua decisão reflete-se na harmonia da sociedade, que dele depende, tanto quanto ele se lhe sente necessário.        Todo compromisso afetivo, portanto, que envolve dois indivíduos, torna-se de magna importância para o comportamento psicológico de ambos. Rupturas abrup­tas, cenas agressivas, atitudes levianas e vulgaridade geram Lesões na alma da vítima, assim como naquele que as assume.


Texto extraído do Livro “Amor, Imbatível Amor”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna de Ângelis.

Enviado por:

SEJA - Sociedade Espírita Joanna de Ângelis 

Posted: 15 Jan 2012 03:41 PM PST

terça-feira, 17 de janeiro de 2012



Formação dos Médiuns
O desejo de todo aspirante a médium é, naturalmente
poder entreter-se com o Espírito de pessoas
queridasmas deve moderar a sua impaciência, porque a comunicação com determinado Espírito por
vezes oferece dificuldades materiais que a tornam
impossível para o principiante.
Para que um Espírito possa comunicar-se, é
preciso que entre ele e o médium haja relações
fluídicas que nem sempre se estabelecem
instantaneamente. Somente à medida que a
faculdade se desenvolve é que o médium adquire
a necessária aptidão para entrar em contacto com
o primeiro Espírito que chegue. Pode, pois,
acontecer que aquele com quem se deseja entrar
em comunicação não se ache em condições
propícias para o fazer,
apesar de presença, como também pode acontecer
que não tenha a possibilidade, ou a permissão
de atender ao apelo que se lhe faz.
Eis porque a principio, convém não nos
obstinarmos em chamar um
determinado Espírito, com exclusão de qualquer
outro, porque às vezes acontece que não é com
ele que se estabelecem mais facilmente as relações
fluídicas, por maior que seja a simpatia que lhe
tenhamos. Antes, pois, de pensar em obter
comunicações deste ou daquele Espírito é
necessário desenvolver a faculdade, para o que se deve fazer um apelo geral, dirigindo-se principalmente ao Anjo da Guarda.
Para isto não há fórmula sacramental.
Quem quer que queira apresentá-la pode, logo,
ser tachado de embusteiro, porque para os
Espíritos a fórmula nada vale.
Contudo a evocação sempre deve ser
feita em nome de Deus. Pode ser feita nos
seguintes termos, ou em outros equivalentes:
“ Peço a Deus Todo-Poderoso que permita a
um bom Espírito comunicar-se comigo e
fazer-me escrever.
Também peço ao meu Anjo da Guarda que me
assista e afaste os maus Espíritos.
” Espera-se, então, que um Espírito se
manifeste, fazendo escrever
alguma coisa. Pode acontecer que seja aquele
que se deseja, como pode ser um Espírito desconhecido ou o Anjo da Guarda.
Em todo caso ele se dá a conhecer escrevendo o
nome. Mas então surge a questão de identidade,
uma das que exigem a maior experiência,
porque poucos principiantes há que não estejam
expostos a ser enganados.
_Allan Kardec_

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Posted: 08 Jan 2012 07:19 PM PST
(Joana de ângelis)

 “169. É invariável o número das encarna­ções para todos os Espíritos?
“Não; aquele que caminha depressa, a mui­tas provasse forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas,porqüanto o progresso é quase infinito.” (O Livro dos Espíritos).

Levanta oespírito combalido e avança na direção do bem que te convida à felicidade.

Quantos sedemoraram no exame dos insucessos, recolhendo reproche e coletando amarguras,estão na retaguarda, em dolorosas lamentações.

Aqueles quecolocaram a lâmina cortante da intri­ga e da suspeita no coração, receosos demovimentos libertadores, continuam temerosos entre os que fica­ram para trás.

Todos os quefizeram libações perigosas na taça do medo, encontram-se narcotizados, semforça para reagirem contra o mal, para seguirem intimoratos na direção daverdade.

Muitos que seligaram à hipnose perturbadora da impiedade, que medra em vigorosas mentesdesencar­nadas, acumpliciaram-se com as hordas selvagens do Além-Túmulo,sucumbindo, inermes, sob tenazes rudes.

O medo como oarrependimento são ópio nefasto para a alma.

Como a censura é carro de cinza elama, a triste­za e a taciturnidade são nimbos compactos ante o claro sol,dificultando a expansão da luz.

Não permitas quea névoa do cansaço ou a noite do desencanto povoem o país da tua alma comfantas­mas que se desintegram ao contato da verdade.

Não os vitalizes,não os agasalhes.

O cristãodecidido está entregue a Jesus, nEle confia, a Ele se dá. E se a dificuldadeteima em per­segui-lo, como se tomasse corpo e movimento, ele se arma com aoração e o amor, e avança.

Se a desordemreina, ele faz-se o equilíbrio de todos.

Se a dor impera,ele é a esperança de saúde para todos.

Se o desesperocresce ele é o porto de segurança onde todos se encontram.

Se o mal, emqualquer manifestação reponta, ele é o bem em representação atuante e vigorosa,ajudan­do e confiando sem temor nem cansaço até o fim.

Não te deixes,portanto, abater, nunca. Lembra-te de que Jesus, podendo ter vivido cerca­do debajuladores e comparsas, guindado às altas esfe­ras do mundo entre prazeres efacéias, no gozo ilusó­rio do imediatismo carnal, escolheu os recintos onde sedemorava a dor, e para companheiros homenssim­ples e corações problematizados, amigos atormentados eperseguidos, perseguido Ele mesmo, para logo depois de julgamento arbitrário ecárcere humilhante, seguidos de ignominiosa crucificação e obscura morte,alçar-se às excelsas planuras da Imortalidade, vitorioso e subli­me, continuandoa esperar por nós, pelos séculos sem-fim, nos infinitos caminhos do tempo.


Texto extraído do Livro “Espírito eVida”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna deÂngelis.




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

FELIZ ANO NOVO!




A ti mesmo deves prometer:
1 - Ser tão forte que nada seja capaz de perturbar
a paz de sua mente;
2 - Falar a todos quanto encontrares, de felicidade,
de saúde e de prosperidade;
3 - Ser tão justo e tão entusiasta a respeito
do êxito dos outros, quanto
o és em relação ao teu próximo;
4 - Esquecer os erros do passado e concentrar
as tuas energias nas grandes
conquistas do futuro;
5 - Dar a todos os teus amigos a impressão de
que possuem valor;
6 - Pensar somente no melhor, trabalhar unicamente
pelo melhor e contar
exclusivamente com o melhor;
7 - Ter a firme convicção de que o mundo está
ao seu lado enquanto te
mantiveres fiel ao que de melhor em ti existe;
8 - Antes de falar, pensa cuidadosamente
se o que vais dizer é
verdadeiro, bom e útil; e se carece destas três
qualidades, abstem-se de o dizeres;
9 - Manter sempre um semblante alegre, oferecendo
um sorriso para todas as
criaturas que encontrares no teu caminho;
10 - Aplicar tanto tempo no melhoramento de ti
mesmo que não te sobre um
único momento para criticar os outros;
11 - Ser demasiado grande para te afligires,
demasiado nobre para te
irritares, demasiado forte para que te
invada o temor, demasiado feliz para
sentires contrariedades;
12 - Ter excelente opinião de ti mesmo e proclamar
isso ao mundo, não com
altissonantes palavras senão com grandes obras.
( Autor Desconhecido)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

CÍRCULO DE LUZ E AMOR DE MARIA - MENSAGEM CANALIZADA POR JANE RIBEIRO EM 14/12/2011
Postado por andreia moreira nuncio em 14 dezembro 2011 às 20:09


Mensagem de Mãe Maria
Amados Filhos,
Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.
Mais um Natal se aproxima, mais um novo ano se avizinha.
Tempo de purificação, tempo de renascimento, tempo de a humanidade colocar definitivamente os pés na nova realidade de amor, paz e abundância que se consolida na Terra nesse próximo 2012.
Vosso amado Mestre Jesus vos ofertou, há mais de 2000 anos, todas as ferramentas para que pudesses percorrer o caminho da Redenção sem dor e sofrimento, vivenciando cada instante na verdade de vossos corações, abrindo mão do egoísmo para sempre estender a mão, amando o próximo sem qualquer distinção.
Poucos de vós compreenderam a mensagem de meu Filho, poucos perceberam que o caminho do “servir ao próximo” era o mais curto para a concretização do propósito maior que vos trouxe a Mãe Terra, a busca da felicidade pelo resgate do amor em vossos corações.
Longa tem sido a trajetória da humanidade por esse vosso planeta, onde o limite, a dor e o sofrimento alargaram seus horizontes mais e mais, em decorrência da atitude egoísta alimentada por cada ser humano que não percebeu que para ser feliz é preciso compartilhar.
Compartilhar era a palavra de ordem de vosso Mestre Jesus, e ninguém como Ele foi o exemplo maior do significado da palavra amor; amor solidário, amor compassivo, amor esperança, amor que sempre alimentou a verdade de que sois Filhos do mesmo Pai Criador.
Todavia vossos descrentes irmãos só fizeram alimentar o fosso da separação com suas atitudes insensatas e egoístas.
Insultaram, maltrataram, questionaram, difamaram Aquele que veio para ser o espelho onde a humanidade deveria refletir sua imagem; o tempo passou, o sofrimento aumentou e hoje a humanidade finalmente resgatou a consciência de que é preciso seguir os passos do Mestre para alcançar a felicidade.
Ainda não sois felizes, amados?
Aproveitai este período do vosso tempo, quando a figura de vosso Mestre é tão lembrada, para recordar seus passos, os passos que deixaram poderosas lições que o tempo não apagou e não apagará jamais, os passos que devereis todos finalmente exercitar, os passos que não vos levarão a crucificação, mas sim a redenção.
A crucificação fez parte de vossas existências nesses últimos 2000 mil anos.
É tempo de perceber essa verdade para transformardes, definitivamente, vossa cruz em ascensão, ascendendo a um novo patamar de consciência para alcançar a consciência do Cristo que existe em cada um de vós.
Só dando vazão a consciência do Cristo, que habita em vós, podereis ser um com o Pai, co-criando com Ele, reconhecendo em todas as centelhas divinas que habitam vosso planeta a identidade com vossa centelha, abrindo sempre o coração para ouvir todas as respostas, resgatar toda sabedoria, acessar toda a abundância que sempre esteve disponível para todos os Filhos da Terra.
Olhai, pois para este instante sagrado que vos faz mergulhar na reflexão do espírito de Natal, e deixai vir à tona o espírito de meu Filho em todos vós, trazendo de volta para vossas vidas, vossas famílias, vossos lares o encantamento da solidariedade, do sorriso amororoso, da fraternidade amiga, da esperança que impulsiona cada um de vós a dar mais um passo, outro e outro rumo à vitoriosa conclusão de vossos processos de transformação, para deixar emergir a estampa divina que permite o transparecer da beleza que sois, a beleza que só a luz contém, a beleza que clareia e dá vida a tudo que necessitais para ser feliz.
Bem amados, aceitai a divindade suprema para deixar que ela transpareça em vossas vidas e perseverai em vossas orações, perseverai sempre, até que o último irmão seja tocado pela força da luz e desperte para a bênção que é viver.
Que este Natal traga o renascimento definitivo da perfeição que sois, e que os sinos de Belém reverberem em vossos corações, em vossos lares, em vossas vidas para que o espírito de Natal finalmente possa ser a realidade do dia a dia dos Filhos da Terra.
Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria Vossa Mãe.
SP-14-12-2011-Mensagem de Mãe Maria-28-2011 canalizada por Jane M. Ribeiro
Extraído de: http://br.groups.yahoo.com/group/maemaria/
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