sábado, 26 de janeiro de 2013

Agora é a hora...


Para aqueles que como nós somos simples buscadores: Buscadores da verdade, buscadores da liberdade.
É hora de encarar o nosso maior desafio : Colocar em prática todas as teorias que aprendemos.
Trazer esses conhecimentos para dar força e expandir o AMOR que existe dentro de cada um de nós.
Esse é o nosso grande desafio para 2013, Amar, amar e amar mais ainda.
Espalhar esse sentimento em nós e assim em tudo que fizermos.
Muita luz e coragem para encontrarmos conosco mesmo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vício



Vício
“s.m. deformidade, imperfeição, defeito físico ou moral.”
(Caldas Aulete).
VÍCIOS
Os vícios são as ações que tendem para mal. Allan Kardec diz: "Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não há duvidar de que se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra". O animal, por exemplo, só come para preservar a sua vida; o homem, dotado de inteligência, come mais com os olhos do que com a boca. O vício surge não pelo fato de atender a necessidades, mas no excesso que com que se atende a necessidades. Há um ditado que diz: "devemos comer para viver e não viver para comer". Nesse sentido, a pessoa que se alimenta em demasia acaba se tornando glutão, o que lhe impede de estar bem com o seu físico. O mesmo se diz daquele que se excede nas bebidas alcoólicas, na sexualidade etc. É preciso, pois, relembrar que todos sofreremos as conseqüências de nossas ações, quer sejam boas ou más. (Kardec, 1975, cap. III)



Os vícios podem ser físicos ou morais. Entre os primeiros estão:
1.                 fumar,
2.                 beber,
3.                 usar drogas,
4.                 a gula,
5.                 o jogo,
6.                 o sexo. 

Entre os segundos:


1.              avareza,
2.              ciúme,
3.              egoísmo,
4.              impaciência,
5.              intolerância,
6.              inveja,
7.              maledicência,
8.              negligência,
9.              ociosidade.
10.     ódio,
11.     orgulho,
12.     personalismo,
13.     vaidade,


Aurélio, o define também como “...inclinação para o mal (Nesta acepção, opõe-se a virtude)”.




A dolorosa enumeração contém razões suficientes para que se eduque o homem, para libertá-lo de todos os vícios que o escravizam à dor, à penúria material e moral. E ninguém o fará por nós. É tarefa da sociedade como um todo. Mas aos pais e aos educadores cabe a parcela maior, pois lhes compete  moldar-lhes o caráter.
Muitos deles levam à prisão, à sarjeta, à morte prematura, à perda da dignidade, às tragédias. Mas todos, sem exceção, conduzem suas vítimas à infelicidade, à doença, ao sofrimento, à angústia, à amargura. E, quase sempre, aos familiares, eis que alguns seguem os maus exemplos observados. Há, no caso, um processo de deseducação, ainda que inconsciente. O egoísmo de quem busca saciar suas paixões não o deixa perceber os danos que causa aos circunstantes.





RECUPERAÇÃO: Na questão 909 de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec propõe aos Espíritos:
  “Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?
  Sim, e, freqüentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade.Ah! quão poucos dentre vós fazem esforços!” (Grifamos).
E na Questão 913:
  “(...) Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos existe egoísmo. Por mais que luteis contra eles, não chegareis a extirpá-los enquanto não os atacardes pela raiz, enquanto não lhes houverdes destruído a causa. Que todos os vossos esforços tendam para esse fim, porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade.”4
  André Luiz informa-nos que “...o álcool... embriaga e aniquila os centros da vida física.”5 e que a Natureza esvaziará o cálice das ilusões das criaturas, pois há mil processos de reajuste para todos: a aflição, o desencanto, o cansaço, o tédio, o sofrimento, o cárcere e outros. Quando não surtem efeitos, há “a prisão regeneradora”:
  “Há dolorosas reencarnações que significam tremenda luta expiatória para as almas necrosadas no vício. Temos, por exemplo, o mongolismo, a hidrocefalia, a paralisia, a cegueira, a epilepsia secundária, o idiotismo, o aleijão de nascença e muitos outros recursos, angustiosos embora, mas necessários, e que podem funcionar, em benefício da mente desequilibrada, desde o berço, em plena fase infantil. Na maioria das vezes, semelhantes processos de cura prodigalizam bons resultados pelas provações obrigatórias que oferecem...”6


VÍCIOS E OBSESSÃO:
  Desencarnados, escravos dos mais variados tóxicos saciam seus desejos através dos encarnados, vampirizando-os, quando estes acham que estão a beber, a fumar, ou a usar drogas só para si. Fazem-no para multidões invisíveis aos nossos olhos:
  “Junto de fumantes e bebedores inveterados, criaturas desencarnadas de triste feição se demoravam expectantes. Alguns sorviam as baforadas de fumo arremessadas ao ar (...) Outras aspiravam o hálito de alcoólatras impenitentes.”6
FUGA: Falando de Espíritos desencarnados perturbadores que vampirizam as criaturas invigilantes que se entregam às mais extravagantes paixões e viciações, André Luiz registra o que diz o mentor Calderaro:
  “Quanto a estes infortunados, que fazer senão recomendá-los ao Divino Poder? Tentam igualmente a fuga impossível de si mesmos. Alucinados, apenas adiam o terrível minuto de auto-reconhecimento, que chega sempre, quando menos esperam, através dos mil processos da dor, esgotados os recursos do amor divino, que o Supremo Pai nos oferece a todos. A mente deles também está apegada aos instintos primitivos, e, frágeis e hesitantes, receiam a responsabilidade do trabalho da regeneração.”7 (Grifamos.)
“Diante dos próprios conflitos, não tente beber ou dopar-se, buscando fugir da própria mente, porque de toda ausência indébita você voltará aos estragos ou necessidades que haja criado no mundo íntimo, a fim de saná-los.”8 (Destacamos.)




O consumo de drogas assume proporções gigantescas, nos dias atuais. O vício grassa tanto em países ricos quanto nos pobres; no meio das mais diversas camadas sociais. Parece não haver fronteiras para o mal, que mobiliza recursos vultosos, em todo o mundo. A insensatez e a ousadia de traficantes não têm limites. Diariamente jornais e noticiários da televisão focalizam suas ações e as da polícia. E a essa tragédia humana, veio somar-se a AIDS.
  Só a conscientização, sobretudo dos jovens, pode libertá-los desse flagelo, mal aparentemente indomável.
  A oração é outro meio eficaz, embora lento — na avaliação de nosso imediatismo — para a cura de todos os vícios. Não só beneficia as vítimas, como fortalece as famílias, seja concedendo-lhes paciência, seja inspirando-as nos caminhos a seguir, no dia-a-dia, para que se tornem arrimo dos caídos, a elas vinculados.
  No livro “Vozes do Grande Além”, no capítulo intitulado Alcoólatra, um Espírito compara o alcoolismo a um incêndio devastador e dá seu depoimento das tragédias que vivenciou, dos sofrimentos que experimenta na própria recuperação, e fala das preces, recursos extraordinários que lhe permitiram despertar para a vida:
“(...) até que mãos fraternas me trouxeram à bênção da oração (...) (...) pelos talentos da prece, aplacaram-me a sede, ofertando-me água pura (...)”.
E diz ainda:
  “(...) ofereço-vos o triste exemplo de meu caso particular para escarmento daqueles que começam de copinho a copinho, no aperitivo inocente, na hora de recreio ou na noite festiva, descendo desprevenidos para o desequilíbrio e para a morte (...)”9  (Destacamos.)
  O Culto do Evangelho no Lar é recurso importante nessa campanha em favor da liberdade espiritual, pelos reconhecidos benefícios que dele resultam para Espíritos dos dois planos da vida. A ele deve-se somar outras ações que objetivem recuperar os caídos.
  A ação educativa e moralizadora que a Doutrina Espírita pode exercer sobre as famílias, máxime sobre a juventude, é instrumento libertador que está nas mãos do Movimento Espírita. E o Centro Espírita, como célula viva desse movimento, detém a parcela maior dessas responsabilidades. E a nós, que muito temos sido beneficiados por essa Doutrina de Amor, cabe-nos atitude vigilante de esclarecimento permanente à comunidade, sobretudo da mocidade, além de apoiar as famílias que já sofram os efeitos maléficos de todas as drogas.
  Essa tragédia que ora envolve parcela elevada dos Espíritos vinculados à Terra é fruto da poluição invisível aos olhos desatentos, provocada por mentes enfermas de encarnados e desencarnados, a prender em seus horríveis tentáculos criaturas invigilantes, inconscientes dos efeitos perversos de suas ações, sobretudo do elevado preço a pagar, no longo caminho da volta ao reequilíbrio, que um dia, cedo ou tarde, a custo de muitas lágrimas, terão todos que percorrer.


Referências Bibliográficas:                                                                                                            
1. Repositório de Sabedoria, do livro Após a Tempestade, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco, 57, 1ª ed. Livraria Espírita Alvorada, Salvador, 1980.
2. Cartas e Crônicas, Irmão X/Francisco C. Xavier, 7ª ed. FEB, Rio, 1988.
3. Entre a Terra e o Céu, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 78, 6ª ed. FEB, Rio, 1978.
4. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 50ª ed. FEB, Rio, 1980;.
5. Missionários da Luz, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 102, 12 ed. FEB, Rio, 1979.
6. Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz/Francisco C. Xavier, págs. 139/40 e 138, 9ª ed., FEB, Rio, 1979.
7. No Mundo Maior, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 195, 8ª ed. FEB, Rio, 1979.
8. Coragem, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 52, 19ª ed. CEC, Uberaba, 1990.
9. Vozes do Grande Além, Diversos Espíritos/Francisco C.Xavier, pág. 125, 2ª ed. FEB, Rio, 1974.


domingo, 9 de setembro de 2012


Tuas Flores
Deixa tua dureza derreter-se frente ao novo
que te é dado dia após dia.
Aprende a ouvir as águas rolando nos seixos,
elas trazem uma canção que o teu coração
já conhece... Vê, o vento que balança as folhas
das árvores é o mesmo que toca tua fronte
iluminada. Acompanha o vôo do pássaro
sob o céu e sente, o teu espírito é tão livre
quanto ele.Sente o silêncio abençoado da
natureza e permite a ti comungar com ela a
quietude, a paz que vai em teu ser.
Olha tuas flores, mistura tuas cores e
cria teu próprio arco-íris.
Deixa teu coração presente em tuas palavras,
em tuas decisões, em teus silêncios.
Deixa a saudade vir e te avisar de um
tempo precioso, onde viveste em liberdade,
em alegria e vê, ainda é tempo de ser feliz.
Relembra tua estória, o caminho que fizeste...
Quanto aprendeste, quanto mudaste e,
quanto ainda há por ser feito...
O tempo não para, ele continua fiel a
sua natureza. Sê também fiel a tua e resgata
tuas fontes cristalinas,
tua alegria generosa, tua confiança no agora,
tua dança, tua segurança em ti mesmo.
O mundo não tem outro propósito se não o
de ensinar-te que és a Criança de Deus e para a
criança de Deus toda a
criação é presente, todo o amor é dado.
Descansa Criança, teu jardim ainda é mais
bonito e floresce mansamente aos olhos
D´Aquele que tem por alegria olhar,
amar e cuidar de todas as tuas flores.
( autor desconhecido )

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


foto
Era uma vez um velho carvalho que já vivia há muito tempo na floresta.
Muitos anos antes, uma grande tempestade varrera a floresta, deixando o carvalho quebrado e feio.
Não era mais altivo e belo como as outras árvores.
A primavera cobria sua feiúra com novas folhas verdes; no outono, as folhas se transformavam num belo manto carmim. Mas os ventos na floresta sempre sopravam, carregando o manto de folhas para longe. E, assim, nada restava para disfarçar sua feiúra.
Passaram-se muitos e muitos anos e o carvalho começou a se sentir meio vazio por dentro.
Sentia o coração também ferido, como o corpo. Quando ele já estava muito, muito velho, um vento de outono passou suspirando. O carvalho acabou se lamentando.
- Ninguém me quer. Não tenho mais nenhuma utilidade no mundo.
Tac, toc, to-ro-roc-toc, toc!
Era o senhor pica-pau cabeça vermelha, bicando o tronco do velho carvalho.
Toc-toc!
Foi martelando e furando, até que fez uma portinha de entrada para sua residência de inverno, numa parte oca da árvore. Ele havia encontrado um salão pronto, cheio de bichinhos para ele e sua família comerem, quando chegasse o frio. As paredes da casa eram quentinhas, tudo muito arrumadinho e aconchegante.
- Que felicidade ter encontrado esta árvore oca! Fico tão agradecido!
Cantou o senhor pica-pau cabeça-vermelha.
Schuip! Schuup!
Era o bobby esquilo. Ficou correndo pelo tronco do velho carvalho, até que achou um buraco redondo, que seria sua janelinha da frente.
Bobby esquilo espiou para dentro. Ah! Como era confortável e aconchegante a casinha que ele viu!
Forrou-a com musgo, e nas protuberâncias que formavam prateleirinhas amontoou pilhas e pilhas de nozes, prontas para os banquetes quando chegasse o frio.
Ia ser ótimo morar lá, agasalhado no seu casado de peles e bem alimentado.
Ficaria seguramente abrigado até a chegada da primavera.
- Que felicidade ter encontrado esta árvore oca! Fico tão agradecido! - tagarelou Bobby esquilo.
Então, uma coisa estranha aconteceu com a árvore. As asinhas do passarinho batendo animadas e o coração do esquilinho aqueceram-na por dentro.
O coração do velho carvalho inchou de alegria.
Em vez de suspirar com o vento, seus ramos cantavam de felicidade.
As gotas das chuvas do outono, já congeladas, pendiam de seus dedos de galhos como refulgentes diamantes. A neve cobriu seu corpo com um magnífico manto branco.
À noite, a luz das estrelas e, de dia, os raios de Sol mantinham uma brilhante coroa sobre sua cabeça.
Em toda a floresta, não havia árvore mais feliz nem mais bela que o velho carvalho.
Moral da Estória:
Ser útil. Ter o coração hospitaleiro. A beleza realmente está dentro.Ser útil é o que nos traz a felicidade...
Desconhecemos a autoria.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012



As inscrições para o VI Congresso de Saúde e Espiritismo de Minas Gerais estão encerradas, mas vale a pena conferir!





PROGRAMAÇÃO VI CONGRESSO DE SAÚDE E ESPIRITISMO DE MG 
31/08/2012 (Sexta-feira):
19:30 às 20:00h -Abertura
20:00  Apresentação musical -Cacau,Júlio Adriano e Cássio Fajardo
20:30 às 21:45h:- Conferência  -Jesus e o evangelho o terapeuta e a
terapêutica -Haroldo Dutra Dias
21:45 às 22:00h -Música
 
01/09/2012 (Sábado):
08:30 às 09:00h -Abertura musical -verbos e versos
09:00 às 10:45h Mesas redondas
 
Sala 1- Doenças ou transtornos espirituais
1 -Dos transtornos espirituais às patologias -Divaldo Franco
2 -Doenças infecciosas e perispírito -Osvaldo Hely Moreira
3- Renovação interior caminho para a cura -Eric Vinícius Ávila Pires
 
Sala 2 -O Homem Sadio
1 -Rebeldia:doença fundamental -Jaider Rodrigues de Paulo
2 -Saúde como real conexão criatura criador -Alcione Reis Albuquerque
3 -O terapeuta como guia a Deus -Valéria santana
 
Sala 3 -Cura e autocura -uma visão médico-espírita
1 -A caridade como força curativa da alma -Marcus Ribeiro
2 -Pensamento e saúde -Décio Iandoli
3 -A oração como instrumento de cura -Andrei Moreira
10:45 às 11:15h -Intervalo
11:15 às 13:00h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Sexualidade e saúde mental
1 -Energia sexual:força criativa da alma -Lenice Aparecida
2 -Sexualidade e saúde mental -Roberto Lúcio Vieira de Souza
3 -Sexualidade,doença mental e obsessão -Divaldo Franco
 
Sala 2 -Saúde -trilha da transformação -uma jornada com o paciente de câncer
1 -Câncer:etiopatologia espiritual -Décio Iandoli
2 -Psicooncologia e espiritualidade:uma jornada com paciente de câncer -Joana Parreiras de
Paulo
3 -Como acompanhar o paciente no processo da morte e do morrer -Ana Paula Abranches
 
Sala 3 -Porque Adoecemos
1 -A estrutura do perispírito e sua repercussão na saúde- Martinho de Meneses
2 -Psicoses e vivências passadas -Jaider Rodrigues de Paulo
3 -Neuroses e histerias:visão psico-espiritual -Lígia Dutra
13:00 às 14:00h -Almoço
14:00 às 14:30h -Apresentação musical -Coral João Nunes Maia
14:30 às 16:15h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Dependências e co-dependências
1 -Dependência química e compulsões -Fabrício Oliveira
2 -Dependências emotivo-afetivo sexual e co-dependência -Rosimeire Simões
3 -As potências da alma -libertação interior -Afonso Chagas
 
Sala 2 -Saúde e espiritualidade
1 -Saúde e espiritualidade na universidade -Lídia Maria Gonçalves
2 -Saúde e espiritualidade na pesquisa científica -Alexander Moreira
3 -Saúde e espiritualidade na prática clínica -Gilson Freire
 
Sala 3 -Homossexualidade sob a ótica do espírito imortal
1 -A homossexualidade à luz da ciência -Ricardo Côrtes
2 -A homossexualidade à luz da psicologia - Olinta Fraga
3 -A homossexualidade à luz da reencarnação -Andrei Moreira
16:15 às 16:45h -Intervalo
16:45 às 18:00h Conferência:A reencarnação como lei biológica -Décio Iandoli
18:00 ás 19:00h -Apresentação artística -Cia Espírita Laboro
 
02/09/2012 (Domingo)
08:30 às 09:00h -Apresentação artística -Grupo sol de arte Espírita
09:00 às 10:45h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Autoamor e outras potências da alma
1 -Autoamor versus egoísmo -Higor Dino
2 -O autoamor,fonte da vida -Andrei Moreira
3 -O amor como cura e alimento para a alma -Divaldo Franco
 
Sala 2 -Depressão:abordagem médico-espírita
1 -Depressão -abordagem médico espírita -Carlos Sobreira Maciel
2 -Recursos psicoterápicos no tratamento da depressão -
Cristiane Wajtershan
3 -A cura da depressão- Roberto Lúcio Vieira de Souza
 
Sala 3 -Ser médico,ser humano
1 -A humanização na formação do estudante -Rodolfo Furlan
2 -O cuidado humanizado do paciente -Martinho de Meneses
3 -A humanização da medicina -Décio Iandoli
10:45 às 11:15h -Intervalo
11:15 Cerimônia de encerramento
11:15 às 11:45h -Música Tim e Vanessa
11:45 às 13:00h -Conferência -Jesus:médico de homens e de almas -Divaldo Franco
13:00h Encerramento

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

" A pedra do Mestre "

Havia uma pedra, bela e grande.
Um dia, alguém passou por ali e
vendo a pedra, pôs-se a contemplá-la.
Ficou por um longo tempo olhando os
contornos da pedra, as flores que a
rodeavam e o sol que parecia deixá-la
mais bonita. Disse para si mesmo:
esta é a Pedra do Mestre.
Posso Vê-lo sentado sobre ela a
sorrir para mim. E entrou em êxtase
rapidamente. Foi quando outra pessoa
chegou e lhe falou:
Estou há algum tempo a observar-te,
de frente para esta pedra, e penso:
o que pode levar alguém sorrir por tanto
tempo a uma pedra e, sinceramente,
não encontro um justo motivo que possa
me convencer de que não estejas perdendo
teu tempo. Ele voltou-se para o
estranho que invadira seu momento com
o Mestre: Pois bem.
Fico também pensando em algo:
O que pode levar alguém a perder seu
tempo tão precioso querendo entender
algo que está somente para ser sentido.
Eu olho para a pedra e vejo Deus.
Eu olho para a pedra e sinto Deus.
Tu olhas para a mesma pedra,
mas nada vês e com tua mente
julgas o que não estás sentindo.
Para tornar-te um sábio, meu amigo,
é preciso que vejas e sintas com o coração.
Só assim poderás ver, mesmo numa pedra,
a presença de Deus a abençoar-te.
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

VIVA COMO AS FLORES


" Mestre, como faço para não me aborrecer? 
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto raiva das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
Pois viva como as flores, advertiu o mestre.
Como é viver como as flores? perguntou o discípulo.
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando as flores que cresciam no jardim. Ela nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."
 
Yogananda, amado Guru
                                                                        Photobucket
Recados para Orkut