quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

NOVIDADES CHEGANDO...

A ARTE DA MEDITAÇÃO
Por : Debora Mota

A meditação ao longo dos anos tem demonstrado que as pessoas que a praticam, são capazes de resistir aos golpes da vida e lidar muito bem com o estresse diário, sofrendo menores consequências diante deles.


Muitos Mestres Zen Budistas, Indus, Yoguis e Orientais vem a milênios nos transmitindo essa prática salutar como forma preventiva de manutenção da saúde física, emocional e mental, com excepcional melhora na qualidade de vida de seus adeptos.
Atualmente, a Ciência Moderna Ocidental, vem se interessando pelos resultados trazidos pela prática regular promovida pela Meditação. Em Harvard, nos Estados Unidos, o psicólogo Gary Schwartz realizou pesquisas nessa área e comprovou, o que os Mestres Orientais  já sabiam, que a ansiedade  e o estresse diminuem consideravelmente. Em um dos grupos de estudos realizados , através de meditação diária durante um período de três meses, percebeu que essas pessoas tinham muito menos problemas psicológicos ou psicossomáticos, como : resfriados,dores de cabeça e insônia.


Na escola de Medicina, também da mesma instituição, Herber Benson, escreveu um artigo na Harvard Business Review, recomendando aos empresários que permitissem que seus funcionários tivessem um período de folga para fazer um relaxamento. Houve uma redução no nível de estresse, e um aumento na capacidade de prestar atenção, nas pessoas que se dispuseram à prática diária da meditação.


Em fevereiro, de 2010, o Ministério da Saúde baixou portaria incentivando postos de saúde e hospitais a oferecer a técnica em todo o País.Nos EUA, O governo , responsável pelas pesquisas médicas (NIH, na sigla em inglês) reconheceu formalmente a meditação como prática terapêutica que pode ser associada à medicina convencional. Em maio,do mesmo ano,  o Ministério da Saúde brasileiro baixou uma portaria em que incentiva postos de saúde e hospitais públicos ao oferecer a meditação em todo o País.

"Essas ações governamentais são sinais da tendência de encarar a meditação não simplesmente como prática de bem-estar, que faz bem apenas à mente e ao espírito. Parar diariamente alguns minutos para se concentrar e se desligar do turbilhão de pensamentos que ocupam constantemente a cabeça também ajuda a manter a saúde física".Afirma,  Erick Schulz. Leia mais em "http://erickschulz.blogspot.com/2010/01/medicina-se-rende-pratica-da-meditacao.html
Recentemente, os tarefeiros da Casa Espiritual Redenção, receberam uma orientação expressa da Espiritualidade que orienta o Tratamento Apométrico: "Pratiquem meditação para melhorar o foco no trabalho mediúnico". Essa não é uma opção, é uma condição para o trabalho.
Em função dessa prerrogativa, estaremos em Março, disponibilizando oficinas de meditação, no espaço da CER.
Ainda, estamos estudando a viabilidade da data e da sala , a ser utilizada para as práticas.
Em breve, estaremos divulgando na CER, e aqui , no blog, onde e quando terá início esse processo. Lembrando a todos sobre seus benefícios e que temos em nossa página de Meditação, técnicas disponibilizadas ao acesso de quem quiser inciar-se nessa fantástica ARTE.

Tem alguma dúvida? Veja  na página Biblioteca, a lista de indicações Espíritas sobre o tema.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A MATRIZ VIVA, a nova ciência da cura



O poder da informação.

Líderes da ciência estão examinando o corpo através da lente da física quântica. Eles descobriram que somos muito mais do que máquinas bioquímicas. Em vez disso, nossas células são emissores e receptores de informação, controlando a nossa saúde de uma forma que nunca se imaginou.

No filme, pesquisadores e outras pessoas que enfrentam os desafios da saúde colocam a ciência em perspectiva, quando eles contam suas histórias. Eles descrevem que enfrentam doenças graves, tornando-se frustrados e sem esperanças quando chegam a becos sem saída no tratamento médico convencional. No entanto, com uso de terapias baseadas na informação, eles passaram a ter recuperações notáveis.

Curas com base científica ou “curas milagrosas”?

Como podemos encontrar explicação para estes casos, e muitos outros como os deles?
A medicina moderna medicina bioquímica não tem estrutura para explicar esses eventos, e muitas vezes os descartam como remissões espontâneas … ou o resultado de algum tipo de efeito placebo.

Mas o que aconteceria se tivéssemos a base científica para explicar não só o fenômeno, mas os meios para iniciar deliberadamente essas “curas milagrosas”?

Saiba mais… este filme vai trazer as mentes mais expansivas da medicina alternativa para sua sala.

Assista!

Sugestão:
karlakinhirin.com/a-biografia-de-eric-pearl/the-living-matrix-a-vida-matriz/

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Lei de Justiça, Amor e Caridade
Sérgio Biagi Gregório
1) O que se entende por justiça?
A justiça é um princípio moral que exige o respeito ao direito de si próprio e ao dos outros, segundo a equidade. Por direito, entende-se aquilo que é conforme uma regra precisa ou àquilo que é permitido. Por equidade, entende-se o tratar todos com igualdade, ou seja, da mesma maneira seres que, além de suas diferenças acidentais, podem ser considerados como essencialmente parecidos. Pode-se falar, também, de um sentimento de verdade, de equidade, de humanidade, colocado acima das paixões humanas.
2) Qual o conceito de amor?
Sentimento interior que nos remete a um objeto, considerado bom. Em se tratando de pessoa, é uma força tendente a aproximar e a unir, numa relação particular, dois ou mais seres. Exemplo: "amor ao próximo"; "amor fraternal".
3) Qual o conceito de caridade?
Da mesma raiz de amor (caritas), é uma virtude cristã fundamental que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem e procura identificar-se com o amor de Deus. A máxima empregada é: "Ama o próximo como ti mesmo". Paulo foi quem mais insistiu na superioridade da caridade em relação às outras virtudes cristãs, quais sejam a fé e a esperança. Assim se expressava: "Agora, essas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, entre elas, a mais excelente é a caridade". (Paulo, 1.ª Epístolas aos Coríntios, 13, 1 a 7 e 13). Para ele, "A caridade é paciente; é doce e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária e precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não procura os seus próprios interesses; não se melindra e não se irrita com nada; não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre". (Kardec, 1984, p. 201)
4) Por que a Lei de Justiça, Amor e Caridade é a mais importante das Leis Naturais?
De acordo com O Livro dos Espíritos, há dez Leis Naturais: 1) Lei de Adoração; 2) Lei do Trabalho; 3) Lei de Reprodução; 4) Lei de Conservação; 5) Lei de Destruição; 6) Lei de Sociedade; 7) Lei do Progresso; 8) Lei de Igualdade; 9) Lei de Liberdade; 10) Lei de Justiça, Amor e Caridade. Essa divisão da Lei Natural em dez partes, da mesma forma como fez Moisés com os Dez Mandamentos, abrange todas as circunstâncias da vida. A Lei de Justiça, Amor e Caridade é a mais importante, porque ela resume todas as outras.
5) Que relação existe entre justiça, amor e caridade?
A justiça procura simplesmente ajustar-se à lei. A lei, contudo, é fria, diz respeito a uma norma. Observe, porém, o provérbio inglês: "Law on the table, justice under the table" ("Lei sobre a mesa, justiça sob a mesa"). A obediência cega a uma lei pode acarretar uma injustiça para com os seres humanos. Nesse caso, o amor e a caridade entram como um complemento da Lei de Justiça. Na pergunta 886 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec diz: "O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: ‘Amai-vos uns aos outros, como irmãos’".
6) Como distinguir a justiça humana da justiça divina?
A justiça humana está sujeita às limitações do ser humano. Serve para uma sociedade durante um determinado período de tempo, conforme o grau de desenvolvimento moral e espiritual alcançado pelas pessoas que ali vivem. A justiça divina é a justiça estabelecida por Deus, é um modelo a ser seguido. A função dos seres humanos é aproximar-se cada vez mais dessa justiça maior, a justiça das justiças.
7) Qual o critério da verdadeira justiça?
"O critério da verdadeira justiça é de fato o de se querer para os outros aquilo que se quer para si mesmo, e não de querer para si o que se deseja para os outros. Como não é natural que se queira o próprio mal, se tomarmos o desejo pessoal por norma ou ponto de partida, podemos estar certos de jamais desejar para o próximo senão o bem. Desde todos os tempos e em todas as crenças o homem procurou sempre fazer prevalecer o seu direito pessoal. O sublime da religião cristã foi tomar o direito pessoal por base do direito do próximo". (Kardec, 1995, perguntas 873 a 876)
8) O que é a caridade, segundo Jesus?
"A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes, porque temos necessidade da indulgência, e nos proíbe humilhar o infortúnio, ao contrário do comumente se pratica... O homem verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distancia entre ambos". (Kardec, 1995, pergunta 885)
9) Deve o homem sofrer ou fugir à injustiça?
Lembremo-nos do diálogo entre Sócrates e sua esposa. Ao visitá-lo na prisão, ela diz que aquela acusação era injusta e que ele deveria fugir de lá. Como filósofo que era, retrucou: e você gostaria que a acusação fosse justa?
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Enciclopédias
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed. São Paulo: IDE, 1984.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed. São Paulo: Feesp, 1995.
São Paulo, 20 de agosto de 2008

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012





(Joanna de Ângelis)


O resultado natural do amor entre pessoas de se­xos diferentes é o casamento, quando se tem por meta a comunhão física, o desenvolvimento da emoção psí­quica, o relacionamento gerador da família e o compa­nheirismo.
O matrimônio representa um estágio de alto de­senvolvimento do Self, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade e nos compromissos da camaradagem em qualquer es­tágio da união que os vincula, reciprocamente, um ao outro ser.
Conquista da monogamia, através de grandes lu­tas, o instinto vem sendo superado pela inteligência e pela razão, demonstrando que o sexo tem finalidades específicas, não devendo a sua função ser malbaratada nos jogos do prazer incessante, e significa uma auto-realização da sociedade, que melhor compreende os direitos da pessoa feminina, que deixa de ser um obje­to para tornar-se nobre e independente quanto é. O mesmo ocorre em relação ao esposo, cabendo à mulher o devido cumprimento dos deveres de o respeitar, man­tendo-se digna em qualquer circunstância e época após o consórcio.
Mais do que um ato social ou religioso, conforme estabelecem algumas Doutrinas ancestrais, vinculadas a dogmas e a ortodoxias, o casamento consolida os vín­culos do amor natural e responsável, que se volta para a construção da família, essa admirável célula básica da humanidade.
O lar é, ainda, o santuário do amor, no qual, as cri­aturas se harmonizam e se completam, dinamizando os compromissos que se desdobram em realizações que dignificam a sociedade.
Por isso, quando o egoísmo derruba os vínculos do matrimônio por necessidades sexuais de variação, ou porque houve um processo de saturação no relacio­namento, havendo filhos, gera-se um grave problema para o grupo social, não menor do que em relação a si mesmo, assim como àquele que fica rejeitado.
Certamente, nem todos os dias da convivência ma­trimonial serão festivos, mas isso ocorre em todos os campos do comportamento. Aquilo que hoje tem um grande sentido e desperta prazer, amanhã, provavel­mente, se torna maçante, desagradável. Nesse momento, a amizade assume o seu lugar, amenizando o con­flito e proporcionando o companheirismo agradável e benéfico, que refaz a comunhão, sustentando a afeição.
Em verdade, o que mantém o matrimônio não é o prazer sexual, sempre fugidio, mesmo quando inspira­do pelo amor, mas a amizade, que responde pelo inter­câmbio emocional através do diálogo, do interesse nas realizações do outro, na convivência compensadora, na alegria de sentir-se útil e estimado.
Há muitos fatores que contribuem para o descon­certo conjugal na atualidade, como os houve no passa­do. Primeiro, os de natureza íntima: insegurança, bus­ca de realização pelo método da fuga, insatisfação em relação a si mesmo, transferência de objetivos, que nun­ca se completarão em uma união que não foi amadure­cida pelo amor real. Segundo, por outros de ordem psico-social, econômica, educacional, nos quais estão embutidos os culturais, de religião, de raça, de nacionalidade, que sempre comparecem como motivo de de­sajuste, passados os momentos de euforia e de prazer. Ainda se podem relacionar aqueles que são conse­qüências de interesses subalternos, nos quais o senti­mento do amor esteve ausente. Nesses casos, já se iniciou o compromisso com programa de extinção, o que logo sucede. Há, ainda, mais alguns que são derivados do interesse de obter sexo gratuitamente, quando seja solicitado, o que derrapa em verdadeira amoralidade de comportamento.
O matrimônio, fomentando o companheirismo, permite a plenificação do par, que passa a compreen­der a grandeza das emoções profundas e realizadoras, administrando as dificuldades que surgem, prosseguin­do com segurança e otimismo.
Nos relacionamentos conjugais profundos também podem surgir dificuldades de entendimento, que de­vem ser solucionadas mediante a ajuda especializada de conselheiro de casais, de psicólogos, da religião que se professa, e, principalmente, por intermédio da ora­ção que dulcifica a alma e faculta melhor entendimen­to dos objetivos existenciais. Desse modo, a tolerância toma o lugar da irritação, a compreensão satisfaz os es­tados de desconforto, favorecendo com soluções hábeis para que sejam superadas essas ocorrências.
É claro que o casamento não impõe um compro­misso irreversível, o que seria terrivelmente perturba-dor e imoral, em razão de todos os desafios que apre­senta, os quais deixam muitas seqüelas, quando não necessariamente diluídos pela compreensão e pela afe­tividade.
A separação legal ocorre quando já houve a de na­tureza emocional, e as pessoas são estranhas uma à outra.
Ademais, a precipitação faz com que as criaturas se consorciem não com a individualidade, o ser real, mas sim, com a personalidade, a aparência, com os ma­neirismos, com as projeções que desaparecem na con­vivência, desvelando cada qual conforme é, e não como se apresentava no período da conquista.
Essa desidentificação, também conhecida como o cair da máscara, causa, não poucas vezes, grandes cho­ques, produzindo impactos emocionais devastadores.
O ser amadurecido psicologicamente procura a emoção do matrimônio, sobretudo para preservar-se, para plenificar-se, para sentir-se membro integrante do grupo social, com o qual contribui em favor do pro­gresso. A sua decisão reflete-se na harmonia da sociedade, que dele depende, tanto quanto ele se lhe sente necessário.        Todo compromisso afetivo, portanto, que envolve dois indivíduos, torna-se de magna importância para o comportamento psicológico de ambos. Rupturas abrup­tas, cenas agressivas, atitudes levianas e vulgaridade geram Lesões na alma da vítima, assim como naquele que as assume.


Texto extraído do Livro “Amor, Imbatível Amor”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna de Ângelis.

Enviado por:

SEJA - Sociedade Espírita Joanna de Ângelis 

Posted: 15 Jan 2012 03:41 PM PST

terça-feira, 17 de janeiro de 2012



Formação dos Médiuns
O desejo de todo aspirante a médium é, naturalmente
poder entreter-se com o Espírito de pessoas
queridasmas deve moderar a sua impaciência, porque a comunicação com determinado Espírito por
vezes oferece dificuldades materiais que a tornam
impossível para o principiante.
Para que um Espírito possa comunicar-se, é
preciso que entre ele e o médium haja relações
fluídicas que nem sempre se estabelecem
instantaneamente. Somente à medida que a
faculdade se desenvolve é que o médium adquire
a necessária aptidão para entrar em contacto com
o primeiro Espírito que chegue. Pode, pois,
acontecer que aquele com quem se deseja entrar
em comunicação não se ache em condições
propícias para o fazer,
apesar de presença, como também pode acontecer
que não tenha a possibilidade, ou a permissão
de atender ao apelo que se lhe faz.
Eis porque a principio, convém não nos
obstinarmos em chamar um
determinado Espírito, com exclusão de qualquer
outro, porque às vezes acontece que não é com
ele que se estabelecem mais facilmente as relações
fluídicas, por maior que seja a simpatia que lhe
tenhamos. Antes, pois, de pensar em obter
comunicações deste ou daquele Espírito é
necessário desenvolver a faculdade, para o que se deve fazer um apelo geral, dirigindo-se principalmente ao Anjo da Guarda.
Para isto não há fórmula sacramental.
Quem quer que queira apresentá-la pode, logo,
ser tachado de embusteiro, porque para os
Espíritos a fórmula nada vale.
Contudo a evocação sempre deve ser
feita em nome de Deus. Pode ser feita nos
seguintes termos, ou em outros equivalentes:
“ Peço a Deus Todo-Poderoso que permita a
um bom Espírito comunicar-se comigo e
fazer-me escrever.
Também peço ao meu Anjo da Guarda que me
assista e afaste os maus Espíritos.
” Espera-se, então, que um Espírito se
manifeste, fazendo escrever
alguma coisa. Pode acontecer que seja aquele
que se deseja, como pode ser um Espírito desconhecido ou o Anjo da Guarda.
Em todo caso ele se dá a conhecer escrevendo o
nome. Mas então surge a questão de identidade,
uma das que exigem a maior experiência,
porque poucos principiantes há que não estejam
expostos a ser enganados.
_Allan Kardec_

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Posted: 08 Jan 2012 07:19 PM PST
(Joana de ângelis)

 “169. É invariável o número das encarna­ções para todos os Espíritos?
“Não; aquele que caminha depressa, a mui­tas provasse forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas,porqüanto o progresso é quase infinito.” (O Livro dos Espíritos).

Levanta oespírito combalido e avança na direção do bem que te convida à felicidade.

Quantos sedemoraram no exame dos insucessos, recolhendo reproche e coletando amarguras,estão na retaguarda, em dolorosas lamentações.

Aqueles quecolocaram a lâmina cortante da intri­ga e da suspeita no coração, receosos demovimentos libertadores, continuam temerosos entre os que fica­ram para trás.

Todos os quefizeram libações perigosas na taça do medo, encontram-se narcotizados, semforça para reagirem contra o mal, para seguirem intimoratos na direção daverdade.

Muitos que seligaram à hipnose perturbadora da impiedade, que medra em vigorosas mentesdesencar­nadas, acumpliciaram-se com as hordas selvagens do Além-Túmulo,sucumbindo, inermes, sob tenazes rudes.

O medo como oarrependimento são ópio nefasto para a alma.

Como a censura é carro de cinza elama, a triste­za e a taciturnidade são nimbos compactos ante o claro sol,dificultando a expansão da luz.

Não permitas quea névoa do cansaço ou a noite do desencanto povoem o país da tua alma comfantas­mas que se desintegram ao contato da verdade.

Não os vitalizes,não os agasalhes.

O cristãodecidido está entregue a Jesus, nEle confia, a Ele se dá. E se a dificuldadeteima em per­segui-lo, como se tomasse corpo e movimento, ele se arma com aoração e o amor, e avança.

Se a desordemreina, ele faz-se o equilíbrio de todos.

Se a dor impera,ele é a esperança de saúde para todos.

Se o desesperocresce ele é o porto de segurança onde todos se encontram.

Se o mal, emqualquer manifestação reponta, ele é o bem em representação atuante e vigorosa,ajudan­do e confiando sem temor nem cansaço até o fim.

Não te deixes,portanto, abater, nunca. Lembra-te de que Jesus, podendo ter vivido cerca­do debajuladores e comparsas, guindado às altas esfe­ras do mundo entre prazeres efacéias, no gozo ilusó­rio do imediatismo carnal, escolheu os recintos onde sedemorava a dor, e para companheiros homenssim­ples e corações problematizados, amigos atormentados eperseguidos, perseguido Ele mesmo, para logo depois de julgamento arbitrário ecárcere humilhante, seguidos de ignominiosa crucificação e obscura morte,alçar-se às excelsas planuras da Imortalidade, vitorioso e subli­me, continuandoa esperar por nós, pelos séculos sem-fim, nos infinitos caminhos do tempo.


Texto extraído do Livro “Espírito eVida”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna deÂngelis.




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

FELIZ ANO NOVO!




A ti mesmo deves prometer:
1 - Ser tão forte que nada seja capaz de perturbar
a paz de sua mente;
2 - Falar a todos quanto encontrares, de felicidade,
de saúde e de prosperidade;
3 - Ser tão justo e tão entusiasta a respeito
do êxito dos outros, quanto
o és em relação ao teu próximo;
4 - Esquecer os erros do passado e concentrar
as tuas energias nas grandes
conquistas do futuro;
5 - Dar a todos os teus amigos a impressão de
que possuem valor;
6 - Pensar somente no melhor, trabalhar unicamente
pelo melhor e contar
exclusivamente com o melhor;
7 - Ter a firme convicção de que o mundo está
ao seu lado enquanto te
mantiveres fiel ao que de melhor em ti existe;
8 - Antes de falar, pensa cuidadosamente
se o que vais dizer é
verdadeiro, bom e útil; e se carece destas três
qualidades, abstem-se de o dizeres;
9 - Manter sempre um semblante alegre, oferecendo
um sorriso para todas as
criaturas que encontrares no teu caminho;
10 - Aplicar tanto tempo no melhoramento de ti
mesmo que não te sobre um
único momento para criticar os outros;
11 - Ser demasiado grande para te afligires,
demasiado nobre para te
irritares, demasiado forte para que te
invada o temor, demasiado feliz para
sentires contrariedades;
12 - Ter excelente opinião de ti mesmo e proclamar
isso ao mundo, não com
altissonantes palavras senão com grandes obras.
( Autor Desconhecido)
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