sábado, 26 de janeiro de 2013

Agora é a hora...


Para aqueles que como nós somos simples buscadores: Buscadores da verdade, buscadores da liberdade.
É hora de encarar o nosso maior desafio : Colocar em prática todas as teorias que aprendemos.
Trazer esses conhecimentos para dar força e expandir o AMOR que existe dentro de cada um de nós.
Esse é o nosso grande desafio para 2013, Amar, amar e amar mais ainda.
Espalhar esse sentimento em nós e assim em tudo que fizermos.
Muita luz e coragem para encontrarmos conosco mesmo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vício



Vício
“s.m. deformidade, imperfeição, defeito físico ou moral.”
(Caldas Aulete).
VÍCIOS
Os vícios são as ações que tendem para mal. Allan Kardec diz: "Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não há duvidar de que se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra". O animal, por exemplo, só come para preservar a sua vida; o homem, dotado de inteligência, come mais com os olhos do que com a boca. O vício surge não pelo fato de atender a necessidades, mas no excesso que com que se atende a necessidades. Há um ditado que diz: "devemos comer para viver e não viver para comer". Nesse sentido, a pessoa que se alimenta em demasia acaba se tornando glutão, o que lhe impede de estar bem com o seu físico. O mesmo se diz daquele que se excede nas bebidas alcoólicas, na sexualidade etc. É preciso, pois, relembrar que todos sofreremos as conseqüências de nossas ações, quer sejam boas ou más. (Kardec, 1975, cap. III)



Os vícios podem ser físicos ou morais. Entre os primeiros estão:
1.                 fumar,
2.                 beber,
3.                 usar drogas,
4.                 a gula,
5.                 o jogo,
6.                 o sexo. 

Entre os segundos:


1.              avareza,
2.              ciúme,
3.              egoísmo,
4.              impaciência,
5.              intolerância,
6.              inveja,
7.              maledicência,
8.              negligência,
9.              ociosidade.
10.     ódio,
11.     orgulho,
12.     personalismo,
13.     vaidade,


Aurélio, o define também como “...inclinação para o mal (Nesta acepção, opõe-se a virtude)”.




A dolorosa enumeração contém razões suficientes para que se eduque o homem, para libertá-lo de todos os vícios que o escravizam à dor, à penúria material e moral. E ninguém o fará por nós. É tarefa da sociedade como um todo. Mas aos pais e aos educadores cabe a parcela maior, pois lhes compete  moldar-lhes o caráter.
Muitos deles levam à prisão, à sarjeta, à morte prematura, à perda da dignidade, às tragédias. Mas todos, sem exceção, conduzem suas vítimas à infelicidade, à doença, ao sofrimento, à angústia, à amargura. E, quase sempre, aos familiares, eis que alguns seguem os maus exemplos observados. Há, no caso, um processo de deseducação, ainda que inconsciente. O egoísmo de quem busca saciar suas paixões não o deixa perceber os danos que causa aos circunstantes.





RECUPERAÇÃO: Na questão 909 de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec propõe aos Espíritos:
  “Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?
  Sim, e, freqüentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade.Ah! quão poucos dentre vós fazem esforços!” (Grifamos).
E na Questão 913:
  “(...) Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos existe egoísmo. Por mais que luteis contra eles, não chegareis a extirpá-los enquanto não os atacardes pela raiz, enquanto não lhes houverdes destruído a causa. Que todos os vossos esforços tendam para esse fim, porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade.”4
  André Luiz informa-nos que “...o álcool... embriaga e aniquila os centros da vida física.”5 e que a Natureza esvaziará o cálice das ilusões das criaturas, pois há mil processos de reajuste para todos: a aflição, o desencanto, o cansaço, o tédio, o sofrimento, o cárcere e outros. Quando não surtem efeitos, há “a prisão regeneradora”:
  “Há dolorosas reencarnações que significam tremenda luta expiatória para as almas necrosadas no vício. Temos, por exemplo, o mongolismo, a hidrocefalia, a paralisia, a cegueira, a epilepsia secundária, o idiotismo, o aleijão de nascença e muitos outros recursos, angustiosos embora, mas necessários, e que podem funcionar, em benefício da mente desequilibrada, desde o berço, em plena fase infantil. Na maioria das vezes, semelhantes processos de cura prodigalizam bons resultados pelas provações obrigatórias que oferecem...”6


VÍCIOS E OBSESSÃO:
  Desencarnados, escravos dos mais variados tóxicos saciam seus desejos através dos encarnados, vampirizando-os, quando estes acham que estão a beber, a fumar, ou a usar drogas só para si. Fazem-no para multidões invisíveis aos nossos olhos:
  “Junto de fumantes e bebedores inveterados, criaturas desencarnadas de triste feição se demoravam expectantes. Alguns sorviam as baforadas de fumo arremessadas ao ar (...) Outras aspiravam o hálito de alcoólatras impenitentes.”6
FUGA: Falando de Espíritos desencarnados perturbadores que vampirizam as criaturas invigilantes que se entregam às mais extravagantes paixões e viciações, André Luiz registra o que diz o mentor Calderaro:
  “Quanto a estes infortunados, que fazer senão recomendá-los ao Divino Poder? Tentam igualmente a fuga impossível de si mesmos. Alucinados, apenas adiam o terrível minuto de auto-reconhecimento, que chega sempre, quando menos esperam, através dos mil processos da dor, esgotados os recursos do amor divino, que o Supremo Pai nos oferece a todos. A mente deles também está apegada aos instintos primitivos, e, frágeis e hesitantes, receiam a responsabilidade do trabalho da regeneração.”7 (Grifamos.)
“Diante dos próprios conflitos, não tente beber ou dopar-se, buscando fugir da própria mente, porque de toda ausência indébita você voltará aos estragos ou necessidades que haja criado no mundo íntimo, a fim de saná-los.”8 (Destacamos.)




O consumo de drogas assume proporções gigantescas, nos dias atuais. O vício grassa tanto em países ricos quanto nos pobres; no meio das mais diversas camadas sociais. Parece não haver fronteiras para o mal, que mobiliza recursos vultosos, em todo o mundo. A insensatez e a ousadia de traficantes não têm limites. Diariamente jornais e noticiários da televisão focalizam suas ações e as da polícia. E a essa tragédia humana, veio somar-se a AIDS.
  Só a conscientização, sobretudo dos jovens, pode libertá-los desse flagelo, mal aparentemente indomável.
  A oração é outro meio eficaz, embora lento — na avaliação de nosso imediatismo — para a cura de todos os vícios. Não só beneficia as vítimas, como fortalece as famílias, seja concedendo-lhes paciência, seja inspirando-as nos caminhos a seguir, no dia-a-dia, para que se tornem arrimo dos caídos, a elas vinculados.
  No livro “Vozes do Grande Além”, no capítulo intitulado Alcoólatra, um Espírito compara o alcoolismo a um incêndio devastador e dá seu depoimento das tragédias que vivenciou, dos sofrimentos que experimenta na própria recuperação, e fala das preces, recursos extraordinários que lhe permitiram despertar para a vida:
“(...) até que mãos fraternas me trouxeram à bênção da oração (...) (...) pelos talentos da prece, aplacaram-me a sede, ofertando-me água pura (...)”.
E diz ainda:
  “(...) ofereço-vos o triste exemplo de meu caso particular para escarmento daqueles que começam de copinho a copinho, no aperitivo inocente, na hora de recreio ou na noite festiva, descendo desprevenidos para o desequilíbrio e para a morte (...)”9  (Destacamos.)
  O Culto do Evangelho no Lar é recurso importante nessa campanha em favor da liberdade espiritual, pelos reconhecidos benefícios que dele resultam para Espíritos dos dois planos da vida. A ele deve-se somar outras ações que objetivem recuperar os caídos.
  A ação educativa e moralizadora que a Doutrina Espírita pode exercer sobre as famílias, máxime sobre a juventude, é instrumento libertador que está nas mãos do Movimento Espírita. E o Centro Espírita, como célula viva desse movimento, detém a parcela maior dessas responsabilidades. E a nós, que muito temos sido beneficiados por essa Doutrina de Amor, cabe-nos atitude vigilante de esclarecimento permanente à comunidade, sobretudo da mocidade, além de apoiar as famílias que já sofram os efeitos maléficos de todas as drogas.
  Essa tragédia que ora envolve parcela elevada dos Espíritos vinculados à Terra é fruto da poluição invisível aos olhos desatentos, provocada por mentes enfermas de encarnados e desencarnados, a prender em seus horríveis tentáculos criaturas invigilantes, inconscientes dos efeitos perversos de suas ações, sobretudo do elevado preço a pagar, no longo caminho da volta ao reequilíbrio, que um dia, cedo ou tarde, a custo de muitas lágrimas, terão todos que percorrer.


Referências Bibliográficas:                                                                                                            
1. Repositório de Sabedoria, do livro Após a Tempestade, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco, 57, 1ª ed. Livraria Espírita Alvorada, Salvador, 1980.
2. Cartas e Crônicas, Irmão X/Francisco C. Xavier, 7ª ed. FEB, Rio, 1988.
3. Entre a Terra e o Céu, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 78, 6ª ed. FEB, Rio, 1978.
4. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 50ª ed. FEB, Rio, 1980;.
5. Missionários da Luz, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 102, 12 ed. FEB, Rio, 1979.
6. Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz/Francisco C. Xavier, págs. 139/40 e 138, 9ª ed., FEB, Rio, 1979.
7. No Mundo Maior, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 195, 8ª ed. FEB, Rio, 1979.
8. Coragem, André Luiz/Francisco C. Xavier, pág. 52, 19ª ed. CEC, Uberaba, 1990.
9. Vozes do Grande Além, Diversos Espíritos/Francisco C.Xavier, pág. 125, 2ª ed. FEB, Rio, 1974.


domingo, 9 de setembro de 2012


Tuas Flores
Deixa tua dureza derreter-se frente ao novo
que te é dado dia após dia.
Aprende a ouvir as águas rolando nos seixos,
elas trazem uma canção que o teu coração
já conhece... Vê, o vento que balança as folhas
das árvores é o mesmo que toca tua fronte
iluminada. Acompanha o vôo do pássaro
sob o céu e sente, o teu espírito é tão livre
quanto ele.Sente o silêncio abençoado da
natureza e permite a ti comungar com ela a
quietude, a paz que vai em teu ser.
Olha tuas flores, mistura tuas cores e
cria teu próprio arco-íris.
Deixa teu coração presente em tuas palavras,
em tuas decisões, em teus silêncios.
Deixa a saudade vir e te avisar de um
tempo precioso, onde viveste em liberdade,
em alegria e vê, ainda é tempo de ser feliz.
Relembra tua estória, o caminho que fizeste...
Quanto aprendeste, quanto mudaste e,
quanto ainda há por ser feito...
O tempo não para, ele continua fiel a
sua natureza. Sê também fiel a tua e resgata
tuas fontes cristalinas,
tua alegria generosa, tua confiança no agora,
tua dança, tua segurança em ti mesmo.
O mundo não tem outro propósito se não o
de ensinar-te que és a Criança de Deus e para a
criança de Deus toda a
criação é presente, todo o amor é dado.
Descansa Criança, teu jardim ainda é mais
bonito e floresce mansamente aos olhos
D´Aquele que tem por alegria olhar,
amar e cuidar de todas as tuas flores.
( autor desconhecido )

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


foto
Era uma vez um velho carvalho que já vivia há muito tempo na floresta.
Muitos anos antes, uma grande tempestade varrera a floresta, deixando o carvalho quebrado e feio.
Não era mais altivo e belo como as outras árvores.
A primavera cobria sua feiúra com novas folhas verdes; no outono, as folhas se transformavam num belo manto carmim. Mas os ventos na floresta sempre sopravam, carregando o manto de folhas para longe. E, assim, nada restava para disfarçar sua feiúra.
Passaram-se muitos e muitos anos e o carvalho começou a se sentir meio vazio por dentro.
Sentia o coração também ferido, como o corpo. Quando ele já estava muito, muito velho, um vento de outono passou suspirando. O carvalho acabou se lamentando.
- Ninguém me quer. Não tenho mais nenhuma utilidade no mundo.
Tac, toc, to-ro-roc-toc, toc!
Era o senhor pica-pau cabeça vermelha, bicando o tronco do velho carvalho.
Toc-toc!
Foi martelando e furando, até que fez uma portinha de entrada para sua residência de inverno, numa parte oca da árvore. Ele havia encontrado um salão pronto, cheio de bichinhos para ele e sua família comerem, quando chegasse o frio. As paredes da casa eram quentinhas, tudo muito arrumadinho e aconchegante.
- Que felicidade ter encontrado esta árvore oca! Fico tão agradecido!
Cantou o senhor pica-pau cabeça-vermelha.
Schuip! Schuup!
Era o bobby esquilo. Ficou correndo pelo tronco do velho carvalho, até que achou um buraco redondo, que seria sua janelinha da frente.
Bobby esquilo espiou para dentro. Ah! Como era confortável e aconchegante a casinha que ele viu!
Forrou-a com musgo, e nas protuberâncias que formavam prateleirinhas amontoou pilhas e pilhas de nozes, prontas para os banquetes quando chegasse o frio.
Ia ser ótimo morar lá, agasalhado no seu casado de peles e bem alimentado.
Ficaria seguramente abrigado até a chegada da primavera.
- Que felicidade ter encontrado esta árvore oca! Fico tão agradecido! - tagarelou Bobby esquilo.
Então, uma coisa estranha aconteceu com a árvore. As asinhas do passarinho batendo animadas e o coração do esquilinho aqueceram-na por dentro.
O coração do velho carvalho inchou de alegria.
Em vez de suspirar com o vento, seus ramos cantavam de felicidade.
As gotas das chuvas do outono, já congeladas, pendiam de seus dedos de galhos como refulgentes diamantes. A neve cobriu seu corpo com um magnífico manto branco.
À noite, a luz das estrelas e, de dia, os raios de Sol mantinham uma brilhante coroa sobre sua cabeça.
Em toda a floresta, não havia árvore mais feliz nem mais bela que o velho carvalho.
Moral da Estória:
Ser útil. Ter o coração hospitaleiro. A beleza realmente está dentro.Ser útil é o que nos traz a felicidade...
Desconhecemos a autoria.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012



As inscrições para o VI Congresso de Saúde e Espiritismo de Minas Gerais estão encerradas, mas vale a pena conferir!





PROGRAMAÇÃO VI CONGRESSO DE SAÚDE E ESPIRITISMO DE MG 
31/08/2012 (Sexta-feira):
19:30 às 20:00h -Abertura
20:00  Apresentação musical -Cacau,Júlio Adriano e Cássio Fajardo
20:30 às 21:45h:- Conferência  -Jesus e o evangelho o terapeuta e a
terapêutica -Haroldo Dutra Dias
21:45 às 22:00h -Música
 
01/09/2012 (Sábado):
08:30 às 09:00h -Abertura musical -verbos e versos
09:00 às 10:45h Mesas redondas
 
Sala 1- Doenças ou transtornos espirituais
1 -Dos transtornos espirituais às patologias -Divaldo Franco
2 -Doenças infecciosas e perispírito -Osvaldo Hely Moreira
3- Renovação interior caminho para a cura -Eric Vinícius Ávila Pires
 
Sala 2 -O Homem Sadio
1 -Rebeldia:doença fundamental -Jaider Rodrigues de Paulo
2 -Saúde como real conexão criatura criador -Alcione Reis Albuquerque
3 -O terapeuta como guia a Deus -Valéria santana
 
Sala 3 -Cura e autocura -uma visão médico-espírita
1 -A caridade como força curativa da alma -Marcus Ribeiro
2 -Pensamento e saúde -Décio Iandoli
3 -A oração como instrumento de cura -Andrei Moreira
10:45 às 11:15h -Intervalo
11:15 às 13:00h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Sexualidade e saúde mental
1 -Energia sexual:força criativa da alma -Lenice Aparecida
2 -Sexualidade e saúde mental -Roberto Lúcio Vieira de Souza
3 -Sexualidade,doença mental e obsessão -Divaldo Franco
 
Sala 2 -Saúde -trilha da transformação -uma jornada com o paciente de câncer
1 -Câncer:etiopatologia espiritual -Décio Iandoli
2 -Psicooncologia e espiritualidade:uma jornada com paciente de câncer -Joana Parreiras de
Paulo
3 -Como acompanhar o paciente no processo da morte e do morrer -Ana Paula Abranches
 
Sala 3 -Porque Adoecemos
1 -A estrutura do perispírito e sua repercussão na saúde- Martinho de Meneses
2 -Psicoses e vivências passadas -Jaider Rodrigues de Paulo
3 -Neuroses e histerias:visão psico-espiritual -Lígia Dutra
13:00 às 14:00h -Almoço
14:00 às 14:30h -Apresentação musical -Coral João Nunes Maia
14:30 às 16:15h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Dependências e co-dependências
1 -Dependência química e compulsões -Fabrício Oliveira
2 -Dependências emotivo-afetivo sexual e co-dependência -Rosimeire Simões
3 -As potências da alma -libertação interior -Afonso Chagas
 
Sala 2 -Saúde e espiritualidade
1 -Saúde e espiritualidade na universidade -Lídia Maria Gonçalves
2 -Saúde e espiritualidade na pesquisa científica -Alexander Moreira
3 -Saúde e espiritualidade na prática clínica -Gilson Freire
 
Sala 3 -Homossexualidade sob a ótica do espírito imortal
1 -A homossexualidade à luz da ciência -Ricardo Côrtes
2 -A homossexualidade à luz da psicologia - Olinta Fraga
3 -A homossexualidade à luz da reencarnação -Andrei Moreira
16:15 às 16:45h -Intervalo
16:45 às 18:00h Conferência:A reencarnação como lei biológica -Décio Iandoli
18:00 ás 19:00h -Apresentação artística -Cia Espírita Laboro
 
02/09/2012 (Domingo)
08:30 às 09:00h -Apresentação artística -Grupo sol de arte Espírita
09:00 às 10:45h -Mesas redondas
 
Sala 1 -Autoamor e outras potências da alma
1 -Autoamor versus egoísmo -Higor Dino
2 -O autoamor,fonte da vida -Andrei Moreira
3 -O amor como cura e alimento para a alma -Divaldo Franco
 
Sala 2 -Depressão:abordagem médico-espírita
1 -Depressão -abordagem médico espírita -Carlos Sobreira Maciel
2 -Recursos psicoterápicos no tratamento da depressão -
Cristiane Wajtershan
3 -A cura da depressão- Roberto Lúcio Vieira de Souza
 
Sala 3 -Ser médico,ser humano
1 -A humanização na formação do estudante -Rodolfo Furlan
2 -O cuidado humanizado do paciente -Martinho de Meneses
3 -A humanização da medicina -Décio Iandoli
10:45 às 11:15h -Intervalo
11:15 Cerimônia de encerramento
11:15 às 11:45h -Música Tim e Vanessa
11:45 às 13:00h -Conferência -Jesus:médico de homens e de almas -Divaldo Franco
13:00h Encerramento

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

" A pedra do Mestre "

Havia uma pedra, bela e grande.
Um dia, alguém passou por ali e
vendo a pedra, pôs-se a contemplá-la.
Ficou por um longo tempo olhando os
contornos da pedra, as flores que a
rodeavam e o sol que parecia deixá-la
mais bonita. Disse para si mesmo:
esta é a Pedra do Mestre.
Posso Vê-lo sentado sobre ela a
sorrir para mim. E entrou em êxtase
rapidamente. Foi quando outra pessoa
chegou e lhe falou:
Estou há algum tempo a observar-te,
de frente para esta pedra, e penso:
o que pode levar alguém sorrir por tanto
tempo a uma pedra e, sinceramente,
não encontro um justo motivo que possa
me convencer de que não estejas perdendo
teu tempo. Ele voltou-se para o
estranho que invadira seu momento com
o Mestre: Pois bem.
Fico também pensando em algo:
O que pode levar alguém a perder seu
tempo tão precioso querendo entender
algo que está somente para ser sentido.
Eu olho para a pedra e vejo Deus.
Eu olho para a pedra e sinto Deus.
Tu olhas para a mesma pedra,
mas nada vês e com tua mente
julgas o que não estás sentindo.
Para tornar-te um sábio, meu amigo,
é preciso que vejas e sintas com o coração.
Só assim poderás ver, mesmo numa pedra,
a presença de Deus a abençoar-te.
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

VIVA COMO AS FLORES


" Mestre, como faço para não me aborrecer? 
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto raiva das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
Pois viva como as flores, advertiu o mestre.
Como é viver como as flores? perguntou o discípulo.
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando as flores que cresciam no jardim. Ela nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."
 
Yogananda, amado Guru
                                                                        Photobucket

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Homenagem ao Fundador da CER SR. MILTON LOTT




Aos que se vão
Pai, escolhestes esta hora para levar este
espírito novamente para junto de Vós.
Pedimos Senhor, que lhe dê um despertar
sereno, que esta alma aceite a Vossa
Santíssima vontade sem revolta,
compreendendo que retornar ao verdadeiro
lar é Ter cumprido na Terra a missão que
lhe havia sido confiada.
Daí o Vosso perdão e Vosso amor a
esse que nos deixa;
Recebei-o em Vosso regaço como se ainda
fosse uma criança, para que ele não se sinta
só. Permiti, Pai, que Vossos mensageiros
possam prestar o auxilio tão precioso, dando
a compreensão necessária, a fé e a luz
para que este espírito encontre o seu
verdadeiro caminho. Que, ao despertar,
saiba confiar a Vós a guarda daqueles que
amou e deixou na Terra.
Pai, envolvei este espírito com todo nosso
amor e daí a ele a Vossa paz.
Que assim seja.
Marina C. Cruz

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Projeção Astral e Espiritismo: O encontro entre Ciência e Espírito



Fonte Ilustração:IPEC - Instituto Projeção e Estudo da Consciência

Projeção astral e bilocação

Lobsang Rampa apresenta, em um de seus vários livros, um exercício simples para quem tem interesse em práticas projetivas. O exercício é mais ou menos assim: onde VOCÊ ESTÁ? Agora, neste momento, onde você está? Observe a sua mão. Onde você está agora? Observe o seu dedo e cada um de seus detalhes. Onde você está agora? Concentre sua atenção em seu dedão do pé. E agora, onde VOCÊ ESTÁ?

A prática pode parecer espúria à primeira vista, mas se considerarmos alguns conhecimentos apregoados por Rampa a coisa começa a fazer sentido. Lobsang Rampa dizia que nós não somos nosso corpo físico, e que além do corpo físico existe algo mais, que é nosso verdadeiro centro onde se encontra nossa consciência e nosso verdadeiro “eu”. Este centro é não-material, ou seja, feito de uma matéria diferente da matéria ordinária estudada pelos físicos, podendo inclusive através os corpos físicos e ter livre transito pelo mundo material, atravessando com facilidade portas, janelas e paredes. Este centro também pode ser deslocado com facilidade, com nossa força de vontade e intenção. Assim, “onde nós estamos” é onde nosso “foco de atenção está”.

Lobsang Rampa é uma figura polêmica e fonte de muitas críticas e debates, lá pela década de 1960. Polêmicas a parte, porém, Rampa foi uma das pessoas que desbravaram a área de estudos psíquicos, ventilando ao público em geral temas como projeção astral, telepatia, clarividência, dentro outros, que até então eram restritos a iniciados, e/ou tidos como bobagem, como magia ou esoterismo, e até como tabu. Muitos argumentavam que Rampa não passava de um charlatão. Seja como for, os livros deste autor me ajudaram muito a conhecer o universo das capacidades, ainda, vistas como paranormais. Feita a ressalva continuemos o tema.

Seguindo o princípio de projeção de Rampa, fica claro que é fácil nos deslocar-mos de um local para outro, bastando para isso concentrar nossa atenção e vontade, sendo que o verdadeiro local onde nós estamos é onde está nosso foco de atenção. Isto caracteriza o que poderíamos chamar de “bilocação projetiva”, ou seja, nosso corpo físico está em um lugar e, ao mesmo tempo, nosso “centro”, ou nosso “eu verdadeiro”, está em outro lugar. Coisa semelhante é dita por Samael Aun Weor, fundados do gnosticismo. Samael afirmava poder deslocar-se livremente, não só por projeção mas inclusive fisicamente, de um local a outro, seja nos planos físicos comumente conhecidos ou em planos astrais desconhecidos pela ciência oficial.

A bilocação projetiva é passível de ser realizada com técnicas apropriadas de relaxamento e concentração, ou práticas de meditação profunda. Sua eficácia, do ponto de vista do experimentador, é tanto maior quando for maior a concentração no objetivo alvo e ao “desligamento” das sensações provenientes dos nossos órgãos dos sentidos físicos (audição, visão, olfato, tato, paladar e sensações sinestésicas – sensações interiores como movimentos do estômago e movimentos involuntários de músculos). A priori, o simples fato de se imaginar, com concentração e vontade, em um determinado lugar, já nos coloca lá, posicionando nosso “centro” naquela posição do espaço-tempo.

Em uma situação assim, nosso corpo físico está, na verdade, sendo telecomandado, já que nosso centro de consciência está longe. As atuais técnicas de telecomando remoto de robôs nos dão uma idéia de como isso funciona, permitindo que um braço robótico no Brasil seja comandado por um experimentador localizado no Japão, através de informações transportadas pelas redes de telecomunicação. Se nos parece ainda que estamos “aqui”, “dentro” do corpo físico, isto se deve ao fato de que ainda estamos sintonizados e “conectados” com os sentidos de percepção presentes no corpo físico. Se nos desligarmos desses sentidos de percepção ocorrerá uma imersão na bilocação projetiva, onde o que vivemos no local onde está nosso foco de atenção passa a ser nossa realidade presencial, enquanto o corpo físico fica em situação de espera (standby), ou letargia. Quando nosso foco de atenção retorna ao local onde se encontra o corpo físico, ou se nos re-conectamos com as sensações dos sentidos, o corpo físico é reanimado.

Ao longo da história há relatos de pessoas que realizavam a bilocação, por vontade própria ou involuntariamente, de forma projetiva (em matéria sutil) ou mesmo fisicamente, materializando um corpo físico perfeitamente palpável ao toque. Aksakof, em seu livro “Animismo e Espiritismo”, narra o caso ocorrido em 1845, em uma escola para moças.

Segundo o autor, havia lá uma professora que possuía a capacidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo. Alunas diferentes afirmaram tê-la vista, uma no jardim, e outra na biblioteca, ao mesmo tempo, o que é obviamente impossível pelas leis comuns da física. Em certo momento as alunas observaram, assustadas, em plena sala de aula, duas professoras, uma ao lado da outra, idênticas e fazendo os mesmos movimentos. Como essas situações inexplicáveis e inusitadas repetiam-se com certa regularidade a direção da escola viu-se obrigada a dispensar a professora.

Normalmente a bilocação se dá com médiuns e pessoas particularmente dotadas, voluntariamente ou não, bem como com pessoas praticantes de meditação como os iogues da índia. No seio da igreja católica, encontram-se também relatos de casos de bilocação acontecidos com alguns santos ou figuras proeminentes da igreja, como Santo Afonso Maria de Liguori (1696-1787),Antônio de Pádua (1195-1231), Francisco Xavier (1560-1663) e Maria de Jesus Agreda(1603-1665). Um dos casos mais impressionantes foi o de Francisco Xavier, ocorrido em 1571, onde o santo foi visto em dois barcos ao mesmo tempo, durante uma tempestade. Em um dos barcos, o santo encontrava-se orando pela segurança de marujos que estavam em outra embarcação menor, um bote ou canoa. No bote os marujos relataram que o próprio santo esteve com eles, manobrando ele próprio o pequeno barco para que não afundasse diante da violência da tempestade.

Caso semelhante ocorreu com Santo Antonio de Pádua, onde relata-se que esteve presente, ao mesmo tempo, na igreja da cidade de São Pedro dos Quatro Caminhos, em Limoges, onde pregava à multidão, e no convento dos frades de Montpellier, onde participava do coral. Em outro caso espantoso o santo desloca-se de sua cidade de Pádua, na Itália, até Lisboa, Portugal, a fim de testemunhar a favor de familiares em um tribunal.

Casos de bilocação projetiva são relativamente fáceis de empreender. Bastam treino e vontade concentrada para serem realizados. Já para o que poderíamos chamar de “bilocação real”, onde no local de foco a presença física da pessoa é constatada por testemunhas, como palpável e concreta, é preciso considerar alguns ensinamentos passados por Allan Kardec, fundador do espiritismo kardecista. Segundo Kardec, paralelamente ao corpo físico há um corpo constituído de matéria sutil, o perispírito. Este corpo sutil normalmente é diáfano, pode atravessar a matéria comum, e é invisível aos olhos humanos. Porém, em situações especiais e dadas certas circunstâncias, é possível que o perispírito reúna em torno de si, certa quantidade de matéria, através de um processo ainda desconhecido pela ciência, de forma a tornar-se, temporariamente sólido e palpável. Após o deslocamento do foco de atenção para o ponto de origem, o corpo físico natural, a matéria agregada é liberada e o corpo bilocado dissolve-se.

[*] Este fenômeno é conhecido pelos espíritas como materialização. Durante os anos iniciais do espiritismo kardecista, enquanto Kardec ainda compilava informações que posteriormente dariam origem ao seu famoso “Livro dos espíritos”, foram realizadas diversas seções com médiuns a fim de coletar dados sobre os efeitos físicos provocados por espíritos (seres sem corpo físico) ou por médiuns de efeito físico. Os fenômenos de materialização são um assunto polêmico até os dias atuais, pois ainda não encontrou-se um explicação plenamente aceita pelos pesquisadores do assunto, sejam espíritas ou parapsicólogos, e ainda menos pela ciência oficial.

De uma forma geral aceita-se que o fenômeno ocorre mediante a utilização de uma matéria sutil, denominada ectoplasma, que provém do médium ou de pessoas à sua volta, e é trabalhado (moldado) pelo próprio médium ou pela entidade (espírito) presente no local. Reconhece-se que, sem a presença de um médium habilitado, em um trabalho, não é possível realizar materializações ou quaisquer efeitos físicos. Também, não é qualquer médium que possui esta capacidade. Dentre o universo de médiuns e pessoas dotadas com características mediúnicas ou paranormais, encontram-se pessoas com afinidades diversas. Algumas têm tendências para clarividência (ver entidades não encarnadas). Outras têm tendências para clariaudiência (ouvir vozes). Outras têm mais desenvolvidas suas capacidades de premonição, etc.

Como são poucos os médiuns que têm características tais que lhes permitam atuar em fenômenos físicos, percebe-se que é bastante difícil o estudo do fenômeno, principalmente considerando-se que mesmo médiuns habilitados nem sempre conseguem, a qualquer tempo ou lugar, prover manifestações físicas. Há ainda fatores desconhecidos que atuam neste fenômeno. Diante da raridade de médiuns capazes de  prover manifestações físicas, portanto, não surpreende que fenômenos de bilocação real (física) sejam particularmente raras.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO



Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.
O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado “passe”.
Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.
A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.
As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre do ano passado. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril deste ano !
Fonte: http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25...
Postado por Miguel Galli às 23:36
Fonte: Monica Heymann Fedele
Enviada por Cláudia de Paula via e-mail.
 
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